quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O Mestre Conselheiro e as Decisões



* Suenilson Saulnier de Pierrelevée Sá
Sutil Adaptação do Texto "O Venerável Mestre e as Decisões" do respeitável Irmão José Prudêncio Pinto de Sá – M. I.

O Mestre Conselheiro eleito de Capítulo é o detentor de obrigações e direitos regulamentares e estatutários e responde, perante a assembléia do Capítulo, em primeira instância, e perante o Grande Conselho Estadual/Distrital, em última, por todos os atos que praticar ou deixar de praticar. Representante máximo dos DeMolays do Capítulo tem os seus deveres traçados no Estatuto e Regras e Regulamentos do SCODRFB, Estatuto do Grande Conselho Estadual/Distrital, nos Estatutos do Capítulo e em outros diplomas legais, a eles devendo ficar adstrita a sua atuação como administradora e orientadora do Capítulo.

No cumprimento de suas obrigações, o MC deve levar em consideração que é o depositário de valores intrínsecos e abstratos, concedidos pelos DeMolays do Capítulo, tais como a confiança, a solidariedade, a harmonia e a eficiência. Além disso, seu norte mais importante é a obtenção de um estado de felicidade que se caracteriza pela harmonia plena entre os irmãos, pela aferição de conhecimentos DeMolay, pelo bem-estar dos obreiros nas sessões do Capítulo e nas comemorações coletivas, pelo prazer de uma convivência sadia e isenta de conflitos de qualquer natureza.

Não tendo poderes mágicos ou divinos, o MC depende dos irmãos que escolheu como auxiliares diretos para a condução das obrigações administrativas e para o cumprimento dos compromissos assumidos com o Grande Conselho Estadual/Distrital. Ele também se vale dos irmãos – PMC’s, em particular, pela sua experiência – para difundir os ensinamentos da Ordem DeMolay, através dos trabalhos que os membros podem apresentar em Capítulo ou que são oferecidos por outros meios.

Claro está que, como intérprete dos anseios do quadro de membros, ele tem que tomar decisões nem sempre fáceis, muitas vezes dando solução a problemas insolúveis ou contornando dificuldades para evitar que as asperezas dos caracteres e temperamentos individuais causem mossa à harmonia que deve reinar entre os irmãos. A tomada de decisão, por si só, é solitária, indivisível e indelegável. É, ao mesmo tempo, um privilégio e um desafio à inteligência e aos conhecimentos de Ordem DeMolay que o MC detiver. E, como acontece na maioria das vezes, a sua opção decisória pode não ser agradável para todos, o que, de fato ocorre com uma freqüência compreensivelmente humana.

Ao decidir, o MC considera, obrigatoriamente, além das injunções legais, os reflexos que a sua decisão projetará sobre o coletivo do Capítulo, analisando, à luz de sua experiência na Ordem DeMolay, de sua formação ética e moral e de seu senso de eqüidade e justiça, com vistas à adoção de uma linha de conduta que não se afaste dos anseios e esperanças coletivos nem deixe ao sabor do acaso os assuntos cuja relevância mereça sua atenção especial. Neste afã, o MC tem que refletir, pensar, considerar, sopesar, avaliar cada pormenor do assunto em tela, a fim de identificar todas as conseqüências dos seus atos, o que elas representarão para cada um dos irmãos diretamente interessados e para o Capítulo como um todo.

Tomada a decisão, o MC arrosta as conseqüências do que tiver optado fazer. Em geral, as decisões administrativas, fortemente calcadas nos preceitos estatutários e regulamentares, não causam mossas à harmonia Capitular. Se, porém, os assuntos administrativos vierem eivados de conotações interpretativas pessoais, como os preconceitos e as opiniões individuais, ou estiverem carregados de malícia, ainda que não intencional, é quase inevitável que surjam contestações às suas decisões, particularmente quando os interesses em jogo transbordam do conteúdo meramente DeMolay e espraiam-se sobre as posições individuais. Nessas horas, decidir significa, sempre, abrir caminho para o litígio, quando houver razões de direito em jogo, ou para a contenda entre irmãos, quaisquer que sejam os campos do comportamento em que venham a ocorrer.

Em face dessas dificuldades nativas do processo decisório, o MC sempre busca a maior quantidade possível de opiniões e pareceres, quando for nítida a multiplicidade de escolhas à sua disposição, na tentativa de selecionar o curso de ação mais consentâneo com a sua obrigação juramentada de mantenedor da harmonia, da paz e da ordem. Ouvidos os irmãos, o MC dá início à análise do caso, dando atenção a cada pormenor e grupando razões e direitos de forma a ter, por fim, uma luz sobre o caminho a seguir. Isso feito, elabora a sua decisão, anuncia e coloca em prática, independentemente das possíveis seqüelas emocionais ou sentimentais que fiquem nos que foram contrariados.

Aí, entra em cena o principal fator de discórdia e de conflitos em Capítulo: a intolerância. Tendo dificuldade para perceber exatamente o que está em jogo, alguns irmãos podem, em dado momento, discordar de uma decisão do MC, por lhe parecer absurda, incompatível, não regulamentar, não DeMolay ou inadequada para a Capítulo. Todos os irmãos podem e devem ter a sua opinião sobre quaisquer assuntos que incidam sobre suas mentes. Todos podem e devem contribuir para que o caminho afinal adotado seja o melhor possível para a Ordem DeMolay e para o Capítulo. Com a consciência dessas premissas, alguns irmãos sentem-se no direito de contestar algumas decisões do MC, a fim de que os rumos selecionados para o Capítulo sejam modificados. Esse direito existe e é real, podendo e devendo ser exercido, respeitados os Estatutos, os Regulamentos, os usos e os costumes da ordem, que sempre deverão ser preservados.

A forma de expressar a discordância pode variar, de um irmão para outro, alguns preferindo expressarem-se oralmente, em reunião do Capítulo; outros, em particular; e outros, por fim, escolhendo a forma escrita. Em qualquer caso, o irmão sabe que o processo decisório existe, é utilizado pelo MC, que se cerca de todos os cuidados que tal procedimento exige e produz uma decisão que significa uma tomada de posição visando a atingir os propósitos maiores da Ordem DeMolay Por isso, ao apresentar a sua discordância, o irmão levará em conta, sempre, que o MC nada mais é do que um irmão do Grau DeMolay  investido de um cargo, com todas as obrigações e prerrogativas que lhe são cominadas. Presumir que, ao tomar a decisão, o MC  agiu intencional e capciosamente, de forma dolosa, para frustrar possíveis intenções ou opiniões é, no mínimo, uma atitude inadequada, pois atribui ao MC um conjunto de deméritos que não são, necessariamente, suas características.

Se, ao apresentar as suas críticas, o irmão lança mão de vocábulos cortantes, enfatizados pela eloqüência de um bom orador, as acusações assacadas tomam cores de verdade, colocando o MC  em situação defensiva incompatível com a dignidade do cargo e com a nobreza da Ordem DeMolay.  O dom da oratória não assegura, a quem fala, a veracidade do que disser, nem a autenticidade de sua invectiva. Ao contrário, ilude aos incautos mas não passa pelo crivo do bom observador, que reconhece, em cada frase, o seu exato sentido e suas intenções, claras e ocultas. Vociferar contra a autoridade é prática comum entre os maus políticos, que impressionam seus eleitores pela empolgação com que defendem suas idéias, sejam elas boas ou más, mas não se coaduna com a prática DeMolay, pois incluem, no discurso, inverdades disfarçadas por uma retórica habilmente manipulada, contrariando os princípios sobre os quais se assentam nossos fundamentos. Além disso, quando apresentado o discurso em Capítulo na presença de irmãos do grau iniciático, prejudica a compreensão desses mesmos fundamentos pelos neófitos, levando-os a um estado de perplexidade e estupefação que, com muita facilidade, pode fazê-los duvidarem do acerto de sua decisão de entrar para a Ordem DeMolay. Afinal de contas, pensarão, é com insultos que se tratam os DeMolays entre si? E o amor fraterno que deveria ter sido desenvolvido pelos anos de convivência onde fica? Será que o MC é um calhorda que, por trás das cortinas, manipula a Capítulo ao seu bel prazer? Se isso for verdade, a quem ele está beneficiando e de que forma? Ou será ele um incompetente, guindado ao cargo maior por bondade ou incúria de seus pares?

O prejuízo que tais pensamentos, provocados pelo excesso de veemência cometido pelos oradores em Capítulo, trazem aos irmãos do grau iniciático, é irremediável. Mais tarde, quando os que permanecerem forem portadores do Grau DeMolay, procederão da mesma forma e o Capítulo passa a ser um local desagradável, aonde os irmãos vão para desabafarem suas frustrações e para se digladiarem em jogos de poder incompreensíveis e perturbadores. É por essa razão que os assuntos mais delicados, que possam ser causadores de discussões, são levados para as sessões do Grau DeMolay ou apreciados diretamente pelo Conselho Consultivo, onde os membros com o Grau DeMolay ou os Tios terão mais liberdade para se expressar, ainda assim com as limitações ditadas pela fraternidade, pela boa educação, pelas normas do bem viver e pela cortesia.

Claro está que, em Capítulo, a palavra a bem da ordem deve ser livre, podendo, cada um, expressar-se como quiser, respondendo pelos excessos que cometer. Ora, é claro que, daí, se depreende que é necessário saber querer usar a expressão oral, a retórica, os dons de oratória e a verbosidade, para repassar a idéia desejada. O que deve ser banido é o uso das palavras cortantes e agressivas, como traidor, traição, logro, mistificação e tantas outras, para definir atitudes que, certas ou erradas, passam muito longe desses significados.

Finalmente, é bom lembrar que os processos intimidatórios incluem os discursos agressivos, desafiantes, que procuram colocar o MC em situação de embaraço, desconforto ou insegurança. Esses processos não causam nenhum bem à Ordem DeMolay e devem ser substituídos por atitudes mais pró-ativas, mais geradoras de soluções e mais criadoras de harmonia e bem-estar, como são as que se valem de palavras comedidas, a inquirição correta e ordenada, especificamente orientada, a postura cordial e amiga, característica das relações entre os DeMolays. Para os casos em haja uma suspeita real de fraude, dolo, logro, traição ou outra atuação ilegal ou irregular, o irmão DeMolay deve preferir a entrevista privada com o MC ou a denúncia, por escrito, ao Conselho Consultivo, para que um processo formal seja instaurado e o MC responda oficialmente por seus atos, sofrendo as penalidades que merecer. Deixar de assim proceder é demonstrar a intenção inequívoca de que está em jogo uma opinião ou um conceito pessoal e não o interesse do Capítulo, coletivamente considerada.

* Atual Grande Mestre Distrital Adjunto, M.'.M.'. ARLS Nascente do Lago Sul nº 27 e PGMD.
 

sábado, 5 de novembro de 2011

O Saber Ouvir de um Líder

Um líder que preza o bem estar do grupo e não o seu respeita a cada um dos seus liderados, não exorbita da sua autoridade e nem tão pouco desconsidera as opiniões dos seus companheiros mesmo aquelas que estejam contrárias as suas.

Ele deve ouvir com atenção todas as sugestões que lhe forem apresentadas ainda que as indefira, mediante evidentemente após expor as devidas explicações do porque da sua decisão.

Garantir o maior espaço possível de pluralidade de pensamentos até o limite da disciplina e do bom senso oxigena a liderança e dar ao líder a possibilidade de saber dos seus liderados o que é desejado pela maioria, cabendo a quem lidera por em prática os objetivos demandados ou usar da sua habilidade de comunicação para demonstrar a não oportunidade do que é colocado majoritariamente por sua equipe.

E caso não tenha o líder a facilidade de exercer o contraponto as opiniões divergentes com a indispensável didática, não pense ele duas vezes em delegar a um par seu alinhado com seus pensamentos e que possua tal habilidade a função de expor a coletividade os argumentos que sustentam o ponto de vista que defende.

Acolher outros olhares, estudar a adoção de alternativas diferentes e até mesmo substituir a estratégia traçada previamente por um líder não o diminui em nada absolutamente, ao contrário disso só vem a reforçar a confiança e a admiração dos seus liderados por sua disposição em ouvi-los e torná-los participativos nas tomadas de decisões.

Estamos é claro traçando aqui um comportamento do líder nas situações ou empreendimentos que sejam passiveis de planejamento prévio, onde não exista nada de urgente em jogo, ou seja, dentro da normalidade. Pois em contrapartida a tudo o que expusemos aqui nos momentos em que exista necessidade de uma rápida tomada de decisão o líder deve fazê-lo mesmo que não seja possível a consulta aos demais, assumindo assim seu papel de condutor da equipe.

Contudo é válido lembrar que passado o momento de turbulência que ensejou tal comportamento do líder, esse deve narrar aos seus liderados a motivação que o levou a optar pelo procedimento escolhido, com toda a transparência e riqueza de detalhes tanto quanto for possível e conveniente sabendo-se que cada fato tem suas peculiaridades oportunizando ou não a explanação total das suas nuances.
 
Achei interessantes os “toques” que li recentemente no Blog do José Eduardo que enriquecem de sobremaneira o que defendemos em nosso texto:

Algumas situações podem ser citadas (como comportamentos inadequados de líderes):

Culto à própria palavra;
Uso de uma verborragia irritante;
Falta de atenção ao que está sendo dito;
Egocentrismo exagerado;
Desrespeito ás crenças e valores do outro;
Alteração do volume e tom e voz, com o objetivo de minar resistências às suas;
Comunicação defensiva;
Falta de entendimento;
Atitudes que inibem as contribuições individuais;
Comunicação não-verbal irônica durante o processo de escuta;
Atenção só às idéias que possam servir aos próprios interesses.

Algumas sugestões para aprimorar o ato de ouvir:

Saber por que está ouvindo;
Criar um clima de interesse e receptividade;
Escutar, prestando atenção;
Concentrar-se no assunto em questão;
Não interromper o emissor;
Evitar ansiedade, enquanto ouve;
Buscar o estado de prontidão e não de tensão;
Esperar que o interlocutor conclua sua idéia;
Evitar distrair-se com ruídos externos;
Utilizar a empatia;
Ouvir sem medo, sem precipitação e sem julgamentos preconceituosos;
Sempre que houver oportunidade, procurar resumir numa frase tudo o que entendeu.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Liderar, o que tenho aprendido. Saber distinguir e aproveitar.

*Suenilson Saulnier de Pierrelevée Sá
Em algumas situações, um líder poderá precisar ser duro com seus liderados, porém com respeito e justiça. Com o tempo, as pessoas entendem a dureza, mas nunca aceitarão injustiças e desrespeitos. Alfredo Martini Júnior 

Ao longo do tempo venho estudando sobre o processo de liderar e gostaria de compartilhar as conclusões que cheguei até o momento sobre um aspecto interessante o aproveitamento das habilidades individuais de acordo com suas potencialidades, inclusive as negativas.

Aprendi quer seja enquanto líder ou liderado, que o exercício da liderança é o reconhecer objetivo da limitação das nossas capacidades aliado a necessidade de convencer aos demais para que complementem com suas habilidades as ações necessárias para o bem coletivo.

O líder deve conhecer as outras pessoas, sendo detentor do acervo das suas imperfeições e talentos. Antoine de Saint-Exupéry no livro “O Pequeno Príncipe”, lança em determinada passagem do famoso personagem que no primeiro planeta visitado habitado por um rei absolutista o seguinte dialogo que transcrevemos a seguir: rei “ – Se eu ordenasse a meu general voar de uma flor a outra como borboleta, ou escrever uma tragédia, ou transforma-se em gaivota, e o general não executasse a ordem recebida, quem – ele ou eu – estaria errado?”. “-Vós, respondeu com firmeza o principezinho. “- Exato. É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar, replicou o rei. A  autoridade repousa sobre a razão.”

Extraímos dessa passagem a sutil confirmação daquilo que abraçamos como um ensinamento precioso na  função de líder, a capacidade de potencializar o melhor de cada um e lapidar suas impurezas.

Se você tem sobre a tua liderança alguém que questiona por questionar, se põe contra tuas ações apenas por voluntarismo sendo incapaz de formular uma alternativa ou novas proposições viáveis, vive a sombra dos seus ascendentes, se apóia em pseudo  poder aquisitivo e ainda por cima nada no esgoto da vaidade, não faça dele um oficial, mas sim aquilo que consegue ser com louvor, o bom limpador das latrinas do quartel.

Se também em teu grupo for identificado alguém que não sabe se é Maria ou João, que traz consigo sempre  uma opinião no bolso do colete e outra na lapela do paletó, fala suave em tua presença, mas te enxovalha com força na tua ausência e se transfigura em um legitimo vampiro colocando-se ao sabor das suas conveniências de presas grudadas na artéria jugular de quem tem a perspectiva de  mando. Não tenha dúvidas estais diante daquele que deve carregar teu quepe e a tua pasta, para que fique claro aos demais que ele serve ao poder e não a causa.

Encontrando em vosso meio alguém sempre solicito (é evidente que me refiro ao extremo bajulatório, e não a real solicitude), risonho e simpático, mais vangloriado  e condecorado por sua conhecida “humildade” do que por sua colaboração efetiva ao grupo, fique certo este desempenhará com mérito o papel de  ajudante de ordens, seja de quem for...

Através dos três exemplos veiculados metaforicamente sendo estes “o sou sempre contra”, “o banda voou” e o “lambe botas ad eternum” quero crer que consegui colocar nesse breve texto, nosso entendimento de como nos comportar diante de inevitáveis figuras que nos deparamos em nossas atividades, quando eventualmente nos cabe a liderança de um grupo.




quarta-feira, 6 de abril de 2011

Comitiva do GCD-DF Prestigia Posse do Novo Comandante do CMP

O Grande Mestre Distrital tio Suenilson Sá também representando a ARLS Nascente do Lago Sul nº 27, o Past Grande Mestre Distrital e Presidente da Assembléia Distrital Legislativa do GODF tio Manoel Tavares e o Presidente do Corpo Patrocinador do Capítulo Lealdade e Tolerância nº 546 e Venerável Mestre da ARLS Gonçalves Lêdo nº 1785 tio Edno Talamonte estiveram na solenidade de passagem de comando do Comando Militar do Planalto, no dia 30 de março próximo passado, em solenidade militar ocorrida no 1º Regimento de Cavalarias de Guarda (1º RCGd). Onde o comandante sucedido, General-de-Divisão Luiz Adolfo Sodré de Castro passou o comando para o General-de-Divisão Araken de Albuquerque.

A cerimônia foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior do Exército e antigo Comandante Militar do Planalto, General-de-Exército Marius Teixeira Neto. Também prestigiaram o evento, o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, General-de-Exército José Carlos De Nardi, autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Ministros do STM, Generais-de-Exército, Tenentes-Brigadeiros-do-Ar, integrantes do Almirantado, do Alto Comando do Exército de ontem e de hoje e autoridades civis e militares. 

Como a área do Comando Militar do Planalto engloba os Estados de Goiás e Tocantins, o Triângulo Mineiro e o Distrito Federal, a cerimônia também foi prestigiada com a presença dos governadores do Estado de Goiás, Marconi Perillo; de Tocantins, José Wilson Siqueira Campos; e do vice-governador do Distrito Federal, Tadeu Filippelli.

Em suas palavras de despedida, o General Sodré dirigiu-se a seus comandados com gratidão. “[...] Sempre fui um Comandante de muita sorte, assim sem qualquer mácula, após três grandes eventos, envolvendo Chefes de Estado e de Governo importantes, em Brasília, mais a posse presidencial em 1º de janeiro, encerro meu comando com a vinda do Presidente dos Estados Unidos da América à Capital Federal. Mais uma vez a sorte se repetiu. Tudo transcorreu na mais perfeita ordem, conforme o planejado, fruto do trabalho de todos os meus comandados. [...]”.

Na formatura, a tropa foi composta por integrantes do Comando do CMP, da Companhia de Comando da 11ª Região Militar (11ª RM) e das Organizações Militares subordinadas. Ao final da solenidade, a tropa a pé, mecanizada e hipomóvel, desfilou em continência ao novo Comandante Militar do Planalto.

O General-de-Divisão Araken de Albuquerque é irmão do tio Atahualpa de Albuquerque Filho membro da ARLS Gonçalves Lêdo nº 1785, que compareceu com diversos dos seus membros e Venerável Mestre a aludida solenidade.

Curriculum Vitae do novo Comandante

O comandante sucessor, General Araken de Albuquerque, ingressou no Exército Brasileiro em 1971, sendo declarado aspirante-a-oficial da Arma de Cavalaria em 1974. Foi instrutor da Academia Militar das Agulhas Negras e da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais. Comandou o 1º Esquadrão de Cavalaria Paraquedista; o 16º Regimento de Cavalaria Mecanizado e serviu no Estado-Maior do Exército. No exterior, serviu na Aditância do Exército Brasileiro junto às Embaixadas do Brasil nos Estados Unidos da América e no Canadá. Atingiu o generalato em 2004 e comandou a Escola de Sargentos das Armas, a 5ª Brigada de Cavalaria Blindada e a 3ª Divisão de Exército - a Divisão Encouraçada, cargo que exerceu até fevereiro deste ano.

Texto baseado em informações da ASCOM do CMP, veiculadas em seu site.



Fonte: http://www.demolaydf.org.br/

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A Fábula do Porco Espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.

Por isso, decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos...

Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor um do outro...

E assim sobreviveram.

Moral da História: O melhor grupo não é aquele que reúne membros perfeitos, mas aquele onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue perdão pelos próprios defeitos. (autor desconhecido)